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Como se adaptar ao isolamento social e cuidar da sua saúde mental?

Diante do atual momento e do bombardeio de notícias ruins, separamos preparamos algumas dicas importantes para se levar em consideração quando o assunto é quarentena e ansiedade. Aproveitem.

1. Tire o pijama e saia da cama

Trabalhar de casa acaba afrouxando um tanto a nossa rotina. Como os horários ficam mais flexíveis, não precisamos nos arrumar para ficar em frente ao computador. Pior ainda é o cenário para aqueles que estão presos em casa, mas sem poder trabalhar. Não tem Netflix que dê conta do tédio que vai crescendo.

A dica é: saia da cama, troque de roupa e seja produtivo. Mesmo que ninguém do seu trabalho vá lhe ver, tirar o pijama e vestir-se para o trabalho vai lhe ajudar a se conectar com o mundo lá fora. Até tarefas que parecem estressantes, como fazer faxina, podem ser bons "antidepressivos" – a sensação de ver a casa ficando arrumada e de sentir uma uma utilidade em nosso movimento é importante para combater o marasmo triste que ser obrigado a ficar em casa traz.

Aproveite para aprender a cozinhar, colocar a arrumação daquele armário em dia, separar roupas para doação etc. Como quem tenta fazer limonada de limões bem azedos, vale a pena se perguntar, durante o isolamento, quais eram aqueles hobbies que você queria começar, mas sempre acabou empurrando com a barriga. Chegou o momento de todo mundo aprender a fazer tricô e a tocar violão. Aulas de idiomas online também podem ser uma atividade muito legal e útil para quando as coisas voltarem.

2. Faça exercícios físicos

Temos muitas evidências dos benefícios dos exercícios físicos para a nossa saúde mental. É claro que estar preso em casa vai tirar a energia que costuma nos levar até a academia, mas vale o esforço. Compre uma corda ou procure um dos milhares de vídeos no Youtube que ensinam alguma modalidade física que pode ser realizada em quase qualquer lugar. Aulas de ioga e exercícios com o peso do próprio corpo são boas ideias para começar.

3. Cuidado com o excesso de informações

Muitas vezes, ao ficar ansioso, a gente acaba entrando no modo "resolução de problemas". Essa é a maneira como o nosso corpo se prepara para enfrentar um perigo se percebe sinais de que algo ruim está por perto. No mundo natural, isso significa ficar atento para o movimento das árvores para garantir que nenhum predador vá nos atacar, por exemplo. No mundo do coronavírus, ninguém sabe ao certo para onde atentar. Nenhuma atenção redobrada vai nos proteger dos problemas que esse vírus irá trazer.

Acredite, saber os detalhes da situação de Singapura ou de qualquer outro país não vai ajudar a sua sobrevivência e nem a sobrevivência de sua família. Em outras palavras, ainda que seja importante se informar, também é importante saber a hora de parar de correr atrás de notícias em excesso.

4. Mantenha o isolamento e a distância física, mas procure pontes

Cada vez mais, as políticas de saúde pública apontam o isolamento social como único caminho nos tempos de coronavírus. Está acontecendo na Ásia, na Europa e em parte dos Estados Unidos – e começa a acontecer na América Latina também. A questão é que somos um ser social e ansiamos por contato.

Se é possível e seguro, fique com a sua família mais próxima. Se isso não é possível, procure por alternativas tecnológicas. É lógico que não é a mesma coisa ver alguém pela tela de um computador, mas isso é melhor do que nada. Hoje mesmo, jantamos com o computador ligado enquanto minha cunhada e meus sogros jantavam em suas casas. Não é igual a dividir a mesma mesa, mas já quebrou um pouco do peso do isolamento. O ponto é: teste novas possibilidades de interação, porque elas podem ser melhores do que você imagina.

5. Sol, sono e alimentação saudável

Pode parecer banal, mas essa combinação é fundamental para mantermos nossa sanidade. Abra a cortina. Tente não trocar o dia pela noite e procure manter uma alimentação balanceada. Somos, antes de mais nada, um corpo –e o humor de nossa mente é reflexo da saúde desse corpo.

6. Abra mão de controlar o incontrolável

Uma prece muito divulgada nos Alcoólicos Anônimos vem a calhar nesse momento. Diz ela: "conceda-me a serenidade para aceitar aquilo que não posso mudar, a coragem para mudar o que me for possível e a sabedoria para saber discernir entre as duas".

Está na hora de colocarmos em prática, todos, a sabedoria por trás dessas palavras. Não vamos mudar, individualmente, o rumo da doença, mas podemos fazer a nossa parte. Aceitando, mesmo que com a boca amarga, a realidade como ela é. Incluindo nessa aceitação o que não podemos mudar e a coragem de darmos os nossos pequenos passos.

Não podemos mudar o fato de que um novo vírus surgiu e que ele está se alastrando pelo mundo. Mas podemos, ao seguir as orientações das organizações da saúde, diminuir a velocidade com que ele se espalha e assim salvar muitas vidas.Pode parecer pouco, mas a escolha de não sair de casa hoje pode ajudar uma pessoa a encontrar um leito vazio no hospital na semana que vem. Com esse sacrifício de isolamento, podemos salvar vidas. Relembre o que há de mais valoroso atrás de nossos incômodos. São esses valores –ajudar o próximo, por exemplo – que dão significado para o nosso sofrimento.

Fonte: Blog do DAN JOSUA

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